Quando se deixa para escrever depois muita coisa se perde
Sat, 14/Feb/26
Ontem deixei de escrever com mais afinco porque estava cansado do trabalho no site, que ainda não tinha terminado por sinal (só fui conseguir finalizar hoje de manhã), depois de três anos completos escrevendo quase todos os dias ainda cometo o erro de não escrever no hoje por cansaço de vez em quando. Talvez esse seja um dos piores.
Esses dias de carnaval estou praticamente todos livre, apenas na segunda de manhã que tenho de ir ao trabalho, tirando esse momento estou livre e sozinho até a quarta. Falando bem a verdade eu nem estava percebendo esses dias chegarem, obviamente é uma grata surpresa porque vou conseguir me dedicar mais ao que realmente me importo, porém, ao mesmo tempo eu me deparo com uma certa letargia.
Sei que deveria ao máximo me dedicar ao Tchibus, talvez faça isso, só que ao mesmo tempo uma vontade de aproveitar esse tempo para assistir filmes na sala me vem com força - hoje assisti Babenco da Barbara Paz (abri a MUBI e escolhi um filme aleatoriamente) -, ao mesmo tempo que entendo a força do Tchibus para me tirar daqui fico cético com o mercado.
Mas no meio disso lembro que o sair daqui não é só ter mais tempo para me dedicar no quesito produção ao que considero mais relevante. A Clarissa não merece ficar só guardada dentro de mim e nas minhas escritas. Mesmo que o Tchibus não me ajude a conseguir a curto prazo o que espero vai valer a pena pela Clarissa.
Buscar atender as demandas do agora sempre faz atraso, o que resta é simplesmente fazer mesmo que o feito só venha a ser demandado quando não mais houver um eu; a existência do realizado vale por si só enquanto a do feitor exige o realizado. Torçamos para que o realizado não venha a ser percebido apenas no distante.
Essas coisas só saíram de mim, não sei explicar. Obrigado por ter lido até aqui e como ainda não botei uma caixa de comentários aqui: caso queira me enviar alguma mensagem pode endereçar ao e-mail dumont@bromo.art.br Até uma próxima! Lembre-se: Apesar de tudo a vida é bela!
